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domingo, 29 de setembro de 2013

Resenha - Os filhos de Hitler


"Por que julgas, então, o teu irmão? Ou por que desprezas o teu irmão? Todos temos que comparecer perante o Tribunal de Deus." Romanos 14, 10



E o festival continua. Ontem a sessão foi totalmente às avessas. Tinha escolhido para hoje "O seqüestro de Patty Hearst". Porém, como na sexta o filme ainda não havia sido liberado, tinha dúvidas se queria ou não vê-lo e o Instituto Moreira Salles é muito fora de mão e em local um pouco perigoso para quem não dirige, optei por assistir a "Os filhos de Hitler".

sábado, 28 de setembro de 2013

Festival do Rio - Resenha Nordstrand

Resenha do Filme Nordstrand



Quem sofre mais? Vítima ou testemunha? Por que todo o ser humano tem a capacidade automática de se reproduzir? Sem curso preparatório, prévia autorização ou avaliação, todos os homens e mulheres saudáveis e férteis podem gerar descendentes. Basta que… ah, todos os leitores deste blog sabem de onde vêm os bebês. Mas, será que todos aqueles que decidiram pôr filhos no mundo estão tratando bem destes seres inocentes, dependentes e ainda imaturos neurológica e psicologicamente?

sexta-feira, 27 de setembro de 2013

Cannes tupiniquim, sucursal de Berlim

Começou hoje o Festival do Rio 2013. São duas semanas, 350 filmes de todas as partes do mundo, 21 cinemas e — se estimarmos uma média de 3 salas por cinema — cerca de 60 salas de exibição de muita, mas muita sétima Arte.




Já faz alguns anos que estava fora do circuito e sair do Odeon hoje com aquela revistinha na mão, lotada de sinopses e horários, é no mínimo eletrizante.

terça-feira, 17 de setembro de 2013

As irmãs de sangue que me perdoem, mas amiga de infância é fundamental


Magnificat à Luísa



Queridos leitores,

Me mantive no limbo por algumas semanas, meio sem inspiração, sem ter sobre o que escrever. Mentira, tenho muito sobre o que falar, só ainda não está pronto para vocês. Nesta semana que passou visitei minha família, vi minha irmã querida finalmente começar a nascer espiritualmente e tentei prestar auxílio à uma pessoa muito especial, num momento único para ela e sua filhinha linda, prestes a completar três meses. Este texto é um Magnificat às capacidades de uma grande amiga; quase irmã, pela qual eu nutro grande admiração e para quem eu desejo do fundo do coração e com todas as forças mais nobres possíveis ao ser humano que ela viva sempre na mais absoluta felicidade.

terça-feira, 3 de setembro de 2013

A Mulher Francesa




Quando ainda estava na faculdade, mesmo que muito assoberbada, me reservava o prazer de participar com assiduidade do Festival de Cinema do Rio. Que delícia era ir até o Espaço de Cinema na Voluntários da Pátria e recitar ao atendente filme por filme da minha listinha. E prazer inexplicável sentia ao ver a tripinha aumentar progressivamente até que cessasse a impressão. Aí eu carregava para casa cerca de quinze a vinte entradas para os mais variados cinemas do Rio, exibindo filmes de todos os tipos. Aquele momento era só meu: sozinha — ou melhor, acompanhada por um sacão de pipocas — no escurinho da sala de projeção eu chorei e ri com personagens de todo o mundo. E sempre me derreti pelo cinema francês; invariavelmente sutil para contar até as histórias mais dramáticas.

Cena do filme "Jules et Jim", de François Truffaut
E esse mês, depois de alguns anos um pouco afastada de produções de qualidade, tive o prazer de poder assistir a dois filmes franceses os quais eu não poderia deixar de comentar aqui no blog. Apesar de muito diferentes entre si, ambos possuem algumas semelhanças: têm como protagonistas duas consagradíssimas atrizes (deusas, musas, divas) do cinema francês e o olhar voltado para temas delicados, porém contundentes.